Eu sempre amei Israel, mas nunca tinha sentido um vínculo tão forte quanto o que nasceu em 7 de outubro de 2023. Naquele sábado, o meu povo foi massacrado. Jovens que dançavam esperando o sol nascer, famílias inteiras dentro de casa, crianças e idosos levados para Gaza. Foi o dia mais mortal para os judeus desde o Holocausto, e algo se partiu dentro de mim.
Eu podia estar naquele festival. Qualquer um de nós podia. Eram pessoas que só queriam ouvir música e dançar, sem nenhuma ligação com guerra ou política.
Daquela dor nasceu um sionismo que eu não sabia que carregava. Quando voltei a Israel, depois de oito anos, encontrei um país ferido pelo luto, mas mais vivo do que nunca. Já tentaram apagar o nosso povo muitas vezes, e nunca conseguiram.
Fiz este site para quem só conhece essa história pelas redes sociais, principalmente os jovens, que todos os dias recebem mentiras espalhadas pela propaganda de um grupo terrorista. Aqui estão os fatos, com as fontes, para que cada um possa ver com os próprios olhos o que aconteceu.
Am Israel Chai.
Daniela
Projeto pessoal. A personagem Tamar é fictícia e composta a partir de relatos públicos; todos os números estão ligados às fontes acima.